Pesquisa brasileira indica que usuários de drogas infectados pelo HIV começam o tratamento da doença tarde e têm uma sobrevida menor do que outras populações afetadas pelo vírus da Aids.

Cerca de 80% dos doentes de AIDS no Brasil receberam tratamento contra a doença em 2007, segundo estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) com 150 países.

Cerca de 70% dos infectados com o vírus da Aids continuam sem tratamento, indica um relatório conjunto da Organização Mundial de Saúde (OMS), Unaids e Unicef publicado nesta segunda-feira em Genebra. De acordo com os dados apresentados no documento, cerca de 6,5 milhões de pessoas que precisam de terapia anti-retroviral para combater a Aids permanecem sem tratamento.

Em 2007 dos 76 novos casos em Cuiabá, 9,2% foram de pessoas da terceira idade.


No Brasil, houve aumento do número de casos de 44% de infecção pelo HIV na população feminina durante a última década, entre 1996 e 2005.

Números da OMS (Organização Mundial de Saúde) mostram que a cada dia mais de 6.800 pessoas são contaminadas. E 5.750 morrem.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) apenas 10% das mulheres tem acesso aos medicamentos antivirais. O resultado disso é que, a cada dia, 1800 crianças nascem com HIV transmitido pela mãe. (ANSA)

O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a introduzir o fornecimento de antiretrovirais através do sistema público de saúde.

Quase um terço dos brasileiros entre 15 e 25 anos de idade ainda não usam preservativos em suas relações sexuais. O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef)

Os gays têm 18 vezes mais chance de se infectar pelo HIV do que os heterossexuais. 13% dos casos novos de Aids por ano se dão nesse grupo. (Agência de Notícias da Aids) 

Atualmente, há pelo menos um caso de Aids em 85% dos municípios brasileiros.

Pesquisa do Hospital Emílio Ribas, de SP, indica que 75% das idosas atendidas no local, contraíram HIV dos maridos.

Setenta e quatro países impõem atualmente restrições de entrada de algum tipo às pessoas portadoras do vírus HIV


43,7% das pessoas que buscam acompanhamento clínico já estão com uma deficiência imunológica grave ou com quadro com sintomas da Aids

No Brasil, o índice de resistência primária -entre soropositivos que nunca tomaram o anti-retroviral- é de 6,6%.


A taxa de transmissão por relação sexual intravaginal é estimada em uma a cada 200 a 2.000 atos sexuais.

Segundo uma pesquisa publicada na revista científica PloS One, o consumo diário de álcool pode provocar alterações no comportamento sexual masculino.

Apenas cerca de 12 milhões de camisinhas femininas são distribuídas todo ano em países em desenvolvimento, comparado com cerca de 6 bilhões de masculinas.

No Brasil, o índice de resistência primária -entre soropositivos que nunca tomaram o anti-retroviral- é de 6,6%.

O uso de seringas contaminadas mata 1,3 milhões de pessoas por ano no mundo todo, afirma a Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a OMS, estas práticas são a causa de 5% de novos casos de contaminação pelo vírus da Aids e de 2 milhões de casos de hepatite C.

Apenas 60% dos soropositivos na África continuam com o tratamento depois de dois anos, diz pesquisa. Um estudo realizado pela Boston University s School of Public Health e divulgado no dia 15 de outubro, afirma que somente 60% dos pacientes soropositivos na África continuam com o tratamento necessário depois de dois anos de seu início. A pesquisa revela, por exemplo, que dos pacientes que pararam o tratamento 40% deles morreram.

Em 2006, mais de um milhão de pessoas viviam com HIV nos EUA. Cerca de 40 mil novos casos devem ser registrados neste ano, de acordo com o centro norte-americano de controle de doenças.

Pesquisadores italianos afirmam ter descoberto o papel de uma proteína que pode ser fundamental no combate à Aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis. A revelação do novo mecanismo imunológico pode até ajudar na criação de uma vacina anti-Aids. A proteína seria capaz de potencializar a criação de anticorpos contra o vírus HIV e pode representar um avanço importante para a medicina.

Soropositivos que não fazem tratamento anti-retroviral e que são alcoólatras têm o CD4 mais baixo que indivíduos também infectados pelo HIV, mas que bebem pouco ou simplesmente não bebem. CD4 é a medida do número de células do sistema imunológico.

Uma equipe de cientistas suíços e americanos identificou as células que proporcionam os sinais químicos necessários para a sobrevivência dos linfócitos T, a primeira linha de defesa contra o vírus HIV, causador da Aids.

As mulheres pobres que vivem em municípios pequenos, com 10, 15 mil habitantes, estão sendo contaminas pelo vírus HIV.

O relatório da Organização Mundial de Saúde 2007 traz um alerta: as doenças infecciosas estão se espalhando em todo o mundo com uma rapidez jamais registrada. "Nenhum país está protegido frente à chegada de uma nova enfermidade", diz o documento. Daí a necessidade dos países membros da OMS de manter a vigilância epidemiológica sempre em alerta.


Vírus HIV do tipo C é menos resistente às drogas anti-retrovirais. Ele é o responsável por nada menos que 50% dos casos reportados de HIV no mundo, a maioria deles na África subsaariana. O HIV é dividido em tipos genéticos que vão, nas letras do alfabeto, de A até K.

Um estudo publicado na revista científica The Lancet este ano mostra que os dois grupos mais atingidos pelo vírus HPV, associado ao câncer de colo de útero, são as jovens até os 25 anos e as mulheres a partir dos 45.

Cientistas franceses descobriram onde o vírus da aids esconde seu "reservatório" no corpo de pacientes submetidos a tratamento contínuo contra a doença.Eles afirmam que é nos gânglios linfáticos da região intestinal que o vírus se oculta.

Cerca de 20 mil crianças brasileiras estão infectadas com o HIV

Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) indicam que mais de 10 milhões de jovens entre 15 e 24 anos estão vivendo com o vírus HIV em todo o mundo.

O principal meio de prevenção do HIV ainda é o preservativo.

Um estudo internacional descobriu três variantes genéticas que podem fazer com que uma pessoa desenvolva Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) mais rápido do que outra, uma vez que é contaminada com o HIV -- vírus causador da doença. A pesquisa está publicada na versão eletrônica da prestigiada revista científica "Science".


A partir de agora, com o preenchimento de um simples formulário, as pessoas que realizarem testes de HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no sistema público de saúde poderão ser avisadas sobre o resultado dos exames. Na última quarta-feira (11/07/07), o Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União (DOU) a Instrução Normativa 1.626, que regulamenta a conduta que os profissionais de saúde devem ter na chamada abordagem consentida
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Segundo a pesquisa The Face of Global Sex 2007 - First sex, o Brasil foi  o sétimo colocado no uso de preservativos na primeira relação sexual, com 47,9%. Entre as mulheres brasileiras, 49,1% afirmaram ter usado camisinha na primeira relação, ante 39,1% dos homens.

Cientistas conseguiram realizar, em laboratório, o que parecia impossível: arrancar o material genético do vírus HIV de células humanas infectadas por ele. Se o achado puder ser repetido em pessoas com Aids, a maior barreira para a cura definitiva da doença terá sido removida. (G1 - 28/06/07)


De acordo com dados do Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (PN-DST/Aids), em todo o Brasil são 2.058 acomodações nas casas de apoio que recebem auxílio do governo

O Instituto de Pesquisas A Tribuna (IPAT) realizou nos dias 9 e 10/6/07  uma sondagem com pessoas de 15 a 21 anos que concluiu que 69,8% consideram que casar virgem não é importante. Por outro lado, 23,4% dos entrevistados acreditam na abstinência.

Cerca de 3,2 milhões de brasileiros (1,5% da população do País) podem estar infectados pelo vírus da hepatite C (o VHC). Os dados são do Ministério da Saúde. A estatística mostra que a doença infecta no Brasil cinco vezes mais que a própria Aids.

Estima-se que três mil brasileiros sofram de câncer no pênis, prevenida com água e sabão. O mal leva 2/3 dos pacientes a amputar o pênis e corresponde a 16% dos tumores no Norte e Nordeste. A cada ano, mil pessoas sofrem amputações e os casos graves aumentam 10%.

O dia 18 de Maio foi escolhido internacionalmente como Dia da Conscientização por uma Vacina Anti-HIV.

Calcula-se que, das 40,3 milhões de pessoas infectadas com o HIV no mundo todo, 25,8 milhões estejam no continente africano.

Mais de 500 mil crianças nasceram com o HIV, o vírus causador da Aids, no ano passado
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Hoje, mais de 60% dos jovens de 15 a 24 anos afetados pela aids no mundo todo são mulheres. Na América Latina, o número de afetadas subiu 10% entre 2003 e 2006.

Cerca de 660 mil crianças infectadas com o vírus HIV não têm acesso ao tratamento com drogas anti-retrovirais, de acordo com um relatório publicado nesta terça-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em conjunto com o Programa das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids) e a Unicef (o fundo da ONU para infância e adolescência).


Mais de 500 mil crianças nasceram com o HIV, o vírus causador da Aids, no ano passado, segundo relatório do Fundo da ONU para a Infância (Unicef)

Um grupo de cientistas espanhóis comprovou a eficácia prolongada de um novo medicamento, o darunavir, que reduz de forma significativa a presença do HIV nos pacientes que não respondem aos tratamentos convencionais.
Segundo os resultados de um estudo publicado hoje na revista britânica The Lancet, a administração do novo inibidor de protease, aliado a uma dose baixa do anti-retroviral ritonavir, reduz significativamente a carga viral no sangue dos pacientes com aids.
Além disso, a combinação dos dois remédios produz um aumento no número de células imunológicas do corpo após 48 semanas de tratamento.

Cerca de 30% dos homens do mundo são circuncidados. Trata-se de uma prática religiosa para judeus e muçulmanos, mas a retirada do prepúcio é feita também por questões de higiene, especialmente em meninos pequenos. Os pesquisadores já haviam notado que o HIV tende a ser menos prevalente em áreas onde a circuncisão é mais comum.


Dados do Programa Nacional DST/Aids do Ministério de Saúde (MS) mostram que o número de mulheres infectadas com vírus HIV aumentou em 44% no país nos últimos dez anos.

Nos países industrializados, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada dia, são registrados um milhão de novos casos de doenças sexualmente transmissíveis.

32% do total de casos no Brasil atingem o sexo feminino.

Em muitos pacientes, o vírus desenvolve resistência a uma ou mais drogas, geralmente porque os pacientes não tomam seus medicamentos nos horários prescritos.

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que em 2006 o Brasil possuía cerca de 620 mil soropositivos, dos quais 66% não sabiam que eram portadores do vírus.


Uma pesquisa da Unesco, divulgada pelos ministérios da Educação e da Saúde, revelou que 39,1% dos jovens de 13 a 24 anos com vida sexual ativa não utilizaram o preservativo na primeira relação. Desses, 42,7% alegaram que fizeram isso porque não tinham o preservativo na hora.

Um novo relatório do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) mostra que, em todo o mundo, existem cerca de 2,3 milhões de crianças e jovens de até 15 anos com HIV. O documento ainda mostra que apenas um em cada dez que precisam de tratamento conseguem o atendimento adequado. O quadro é desolador e reserva para 90% das crianças que não recebem tratamento um 'futuro duro e efêmero'. Mais um dado nada animador do relatório é de que aproximadamente 15,2 milhões de jovens com menos de 18 anos, em todo o planeta, perderam um de seus pais em decorrência da Aids.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 10 milhões de brasileiros contraem algum tipo de DST (doença sexualmente transmissível) por ano.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 10 milhões de brasileiros contraem algum tipo de DST por ano (Correio de Sergipe)

Aproximadamente 86% das 40 milhões de pessoas infectadas pelo vírus HIV se encontram em idade reprodutiva.

No Brasil existem 600 mil pessoas infectadas pelo vírus HIV. Desse total, pelo menos 3% são crianças contaminadas através da transmissão vertical (mãe passa para o filho).

Pessoas entre 15 e 24 anos respondem por 40% dos 4.3 milhões de novas infecções em 2006, ou seja, 1 milhão 720 mil. (Unaids)

Com o Caribe, a América Latina detectou quase 2 milhões de casos em 2006.

Atualmente, 175 mil pessoas vivendo com HIV/aids fazem tratamento no Brasil e tem à disposição 17 opções de medicamentos anti-retrovirais.

Cientistas americanos detectaram a imagem de uma enzima que poderia explicar por que algumas pessoas infectadas com o vírus da aids não sofrem os efeitos da doença. (www.terra.com.br - 02/11/06)


Pela primeira vez desde que o HIV foi isolado, na década de 1980, cientistas franceses conseguiram visualizar e analisar em quatro dimensões o comportamento do vírus causador da Aids dentro das células contaminadas.

Segundo os números da UN, a Europa Ocidental tem mais de 1 milhão de casos de HIV/Aids, e esse número ainda é crescente.  


A Aids mata 30 brasileiros por dia. Por ano, o HIV causa a morte de 11 mil pessoas no país. (Ministério da Saúde)

Os tipos de hepatites B e C são hoje consideradas DSTs e precisam ser evitadas pelas pessoas. Transmitidas através do sexo e/ou do sangue, as duas podem levar ao desenvolvimento de uma cirrose hepática e provocar a morte dos infectados.

A vacina que previne contra o HPV (papilomavírus humano), deve chegar ao mercado brasileiro no próximo mês (outubro/2006)

Uma vacina que interrompa a disseminação do vírus é um sonho que já consumiu 20 anos e vários milhões de dólares - até agora, tudo em vão. (Folha de SP)

O risco dos homens homossexuais terem Aids no Brasil é até 18 vezes maior em comparação aos heterossexuais, revela estudo desenvolvido pelo professor do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (USP) e ativista na causa contra essa doença Jorge Adrian Beloqui.(Agência de Notícias da Aids)

O número de mulheres com mais de 50 anos infectadas com o vírus HIV dobrou entre 1994 e 2004 no Estado de São Paulo, segundo uma pesquisa encomendada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de prevalência do vírus HIV em partos no Brasil é de 0,42%, um número que varia de região para região.

Aproximadamente 1,6 milhão de pessoas recebiam remédios anti-retrovirais nos países pobres no fim de julho, o que equivale a apenas 24% dos doentes de Aids que precisam deles urgentemente, informou a Organização Mundial de Saúde (OMS)

Ainda hoje são observados diariamente, nos países em desenvolvimento, 1.500 novos casos da infecção pelo HIV em crianças e adolescentes com menos de 15 anos de idade. Em mais de 90% desses pacientes, a transmissão do vírus ocorreu através da mãe do bebê.

A utilização do AZT intravenoso no parto pode reduzir a transmissão do vírus HIV para os bebês em até 90%. (Fiocruz)

40 milhões de pessoas no planeta que convivem com o HIV.

A aids é hoje uma ameaça global que já matou 25 milhões e dizimou o continente africano, onde há 25 milhões de soropositivos.

A cada ano, 5 milhões de pessoas contraem o vírus, cerca de 90% em países em desenvolvimento. Isso equivale a 14 mil novas infecções todo dia.

A cada minuto, dez pessoas são infectadas. Conte até seis e - pumba! - alguém acaba de contrair o HIV.

No Brasil, desde o início da epidemia, há 25 anos, o vírus já contaminou mais de 820 mil pessoas. Dessas, mais de 370 mil desenvolveram aids e 171 mil morreram.
(Fonte: Revista Época)

Uma nova classe de drogas contra a Aids e uma vacina que ajuda a deter a disseminação do HIV nas células são as mais recentes armas na luta contra a epidemia. Chamado de PA-457, o medicamento é o primeiro de uma nova classe de compostos, a dos inibidores de maturação. A droga, apontada como revolucionária, pode ser fundamental para combater a resistência do HIV aos antirretrovirais em uso. A droga está no estágio inicial de desenvolvimento e será testada em combinação com outros remédios.

Vinte e cinco anos após os primeiros casos de Aids virem a público, cientistas confirmam que o vírus HIV que atinge os humanos realmente veio dos chimpanzés selvagens, naturais de Camarões.

Na população geral de indivíduos entre 16 e 19 anos, o uso da camisinha na primeira relação cresceu de 47,8%, em 1998, para 65,8%, em 2005.

Aproximadamente 120 mil mulheres vivem com Aids no Brasil, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Programa Nacional de DST/AIDS, sendo que cerca de 85% delas têm entre 13 e 59 anos, faixa etária em que é registrada a grande maioria dos casos de gravidez.

De acordo com pesquisa divulgada pela professora doutora Maria Amélia Veras, a notificação de morte por causa da Aids em bairros carentes de SP é 2,3 vezes maior em comparação aos que vivem em regiões de maior poder aquisitivo; o número total de mortos que receberam algum tipo de vacina é três vezes menor do que os que não receberam; os casos de doentes que morreram sem utilizar o tratamento anti-retroviral é quatro vezes maior do que os que fizeram a adesão; e quanto mais infecções oportunistas, maior o risco do doente de Aids chegar ao óbito.

Segundo a pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) "El VIH/SIDA y el mundo del trabajo: estimaciones a nivel mundial, impacto y medidas adoptadas" (leia), de 2004, estima-se que mais de 38 milhões de pessoas vivam com o HIV em todo o mundo, a maioria delas entre 15 e 49 anos, e que, do início da epidemia até 2005, 28 milhões de trabalhadores em todo o mundo tenham perdido suas vidas em conseqüência da Aids.

Entre as doenças que os planos de saúde mais se negam a atender, a Aids está em terceiro lugar com 6,3% dos casos, atrás de doenças cardíacas com 16% e Câncer com 20,3%. Este estudo foi apresentado no dia 18/4/06, pelo ativista Mário Scheffer do grupo Pela Vidda de São Paulo.

Mato Grosso do Sul ocupa o 13º lugar em número de pessoas com AIDS no Brasil, com 2993 casos notificados até julho do ano passado. Neste índice 132 crianças foram infectadas com o vírus desde a primeira epidemia no país, em 1984. Segundo a Secretária Estadual de Saúde 32,6% destes pequenos pacientes morrem, especialmente, por falta de cuidados qualificados dos responsáveis.

Pesquisa realizada com homens acima de 40 anos revela que o uso de preservativos não faz parte dos hábitos sexuais de 80% deles.

No que se refere aos portadores de HIV contaminados por uso de agulhas infectadas, o Brasil é responsável por 80% de todo o tratamento existente hoje no mundo e atende a 30 mil pessoas. (ONU)

Cerca de 9 milhões de crianças da África perderam a mãe devido à Aids, afirmou o grupo britânico Salvem as Crianças.

Cientistas da Universidade Estadual de Ohio (EUA) descobriram um mecanismo celular contra o vírus da Aids que pode abrir caminho para uma nova estratégia médica contra a doença. Eles afirmam que duas proteínas que normalmente reparam o DNA também podem destruir o DNA do HIV quando este invade uma célula. Segundo os pesquisadores, o DNA do HIV é essencial para a sobrevivência e reprodução do vírus que causa a Aids.

Mulheres soropositivas que fazem uso de suplementos contendo vitaminas B, C e E durante a gestação têm menos risco de ter filhos com problemas motores, segundo estudo realizado na Tanzânia, na África, e que foi publicado na edição de fevereiro/2006 da revista científica Pediatrics.

O diretor do Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (DST/Aids) do Ministério da Saúde, Pedro Chequer, afirmou que a análise histórica do uso de camisinha no país mostra avanços no que se refere ao sexo seguro. Segundo Chequer, o estudo apontou dados importantes, como o uso da camisinha desde a primeira relação sexual. Em 1986, esse percentual era de 9% no país, subiu em 1998 para 48% e, no ano passado atingiu 66%. (Folha On Line)

No ano passado, 75% das gestantes fizeram o teste do HIV no Brasil e 63% conheceram o resultado antes do parto.

A lipodistrofia é um efeito colateral do coquetel anti-retroviral que deixa pernas, braços, nádegas e rosto finos, e abdome, tórax e nuca com concentração excessiva de gordura e atinge homens e mulheres soropositivos e causa perda da auto-estima devido a deformações no corpo. (Guia da Semana)

Pesquisadores ligados à Fiocruz no Recife estão iniciando a segunda fase de testes da vacina terapêutica para o vírus da imunodeficiência humana (HIV), que já foi testada em 18 pacientes soropositivos em sua primeira etapa, durante três anos, com resultados animadores. Responsável pela redução de até 80% da presença do vírus da Aids nesses brasileiros submetidos ao tratamento, a dose agora passará por uma etapa de refinamento, com o objetivo de potencializar sua eficiência, o que pode proporcionar melhor qualidade de vida dos indivíduos portadores da enfermidade. (Farmanguinhos)

No ano passado, 75% das gestantes fizeram o teste do HIV no Brasil e 63% conheceram o resultado antes do parto. Estima-se que existam cerca de 13 mil gestantes infectadas - cerca de 50% delas recebem o tratamento preventivo porque souberam da sua sorologia. (Correio da Bahia)

Entre 1998 e 2005, o uso de camisinha na faixa etária de 20 a 24 anos, saltou de 37,7% para 55,2%. (Segunda versão da Pesquisa sobre Comportamento Sexual e Percepções da População Brasileira sobre HIV e Aids)

As hepatites B e C contaminam sete vezes mais brasileiros do que a Aids e, por isso, matam mais. No entanto, a Aids tem muito mais visibilidade e recebe 13 vezes mais dinheiro do governo para campanhas educativas do que as hepatites.

O uso de preservativos é um hábito para 66% dos jovens brasileiros em suas relações sexuais, de acordo com um relatório apresentado hoje pelo Ministério da Saúde.

O número de pessoas infectadas com o vírus da Aids chegou a 40,3 milhões em 2005, o maior nível já registrado.

A Aids já matou mais de 25 milhões de pessoas desde que foi identificada, em 1981, e já é uma das epidemias mais destrutivas da história da humanidade.

Ao menos 3,1 milhões de pessoas morreram em 2005 em decorrência da Aids. Desse total, 570 mil eram crianças.

Cerca de 5 milhões de pessoas foram infectadas com o vírus somente em 2005.

O número de pessoas infectadas pelo HIV tem aumentado em todas as regiões do globo nos últimos dois anos, exceto no Caribe, a segunda região do mundo mais afetada pela doença, onde não houve alteração.

A África Subsaariana continua sendo o local mais atingido pela Aids. A região abriga cerca de 10% da população mundial, mas cerca de 60% das pessoas estão com o HIV, ou 25,8 milhões de pessoas.

Esse número é maior em 1 milhão se comparado com as estatísticas de 2003. A epidemia na África do Sul, uma das maiores no mundo, não mostra qualquer sinal de que deve ceder.

No Leste da Europa e na Ásia Central, o número de pessoas vivendo com o vírus da Aids aumentou de 500 mil para 1,6 milhão, desde 2003. E o número de mortes quase dobrou no mesmo período, chegando a 62 mil. No final de 2004, aproximadamente 300 mil casos de HIV foram oficialmente registrados na Federação Russa, mas estima-se que o número de pessoas infectadas na região seja de 860 mil.

Na Ásia, o aumento de casos é baixo, se comparado com o que ocorreu na África. As últimas estimativas mostram que 8,3 milhões de pessoas estavam vivendo com o vírus do HIV em 2005, incluindo 1,1 milhão de infectados recentemente. Somente neste ano, a Aids matou 520 mil pessoas no continente.

O número de pessoas vivendo com HIV na América Latina chega a 1,8 milhão. Em 2005, aproximadamente 66 mil pessoas morreram de Aids, e 200 mil foram infectadas.

O número de pessoas vivendo com o vírus na América do Norte, Europa Ocidental e Central chegou a 1,9 milhão em 2005, com aproximadamente 65 mil novos casos neste ano. O acesso ao tratamento terapêutico, muito fácil nessas regiões, ajuda a manter o número de mortes baixo: 30 mil morreram em decorrência da doença. (UNAIDS)

As pessoas infectadas com o vírus HIV na Grã-Bretanha têm uma das mais altas taxas de resistência a remédios do mundo. (Yahoo.com.br)

A cada minuto uma criança morre de aids, mas somente 5% das contaminadas têm acesso a drogas que prolongam a vida. (Fundo das Nações Unidas para a Infância - Unicef)

Os jovens são 1,2 bilhão, 18% da população mundial, e estão em risco. Com idade entre 15 e 24 anos, mais de 200 milhões vivem com menos de US$ 1 por dia, e 88 milhões, sem emprego. Além disso, são extremamente vulneráveis à epidemia da aids: dez milhões têm a doença e 50% das novas infecções por HIV os atingem. (ONU)

Quase metade dos 40 milhões de pessoas infectadas pelo HIV atualmente são mulheres. "Hoje em dia, a face da aids é cada vez mais feminina e cada vez mais jovem”. (Relatório Anual da ONU)

Existem atualmente 40 milhões de portadores do HIV no mundo, dos quais 70% estão na África, num total de 28 milhões. (Agência de Notícias da Aids)

Os números da doença em pessoas com mais de 50 anos crescem no País como em nenhuma outra faixa etária - de 1993 a 2003, houve um aumento nos casos confirmados de 130% entre os homens e de 396%, entre as mulheres.
(Agência de Notícias da Aids)

Pesquisa sobre sexualidade coordenada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), revelou que 80% dos homens entre 40 e 65 anos não usam preservativos regularmente. (Tribuna da Imprensa)

O número de pessoas com Aids no Iraque aumentou para 261 desde abril de 2003, quando o país foi invadido e, posteriormente, ocupado pelas tropas anglo-americanas

Os aparelhos reprodutivo e intestinal são os principais locais de infecção pelo HIV. (SciDev.Net, Reino Unido)

Um estudo americano revelou que apenas 16% das adolescentes usam adequadamente preservativos. O erro mais comum cometido é iniciar a relação sem o preservativo, concluiu pesquisa do Arquivo de Medicina Pediátrica e Adolescente dos Estados Unidos (EUA). (Jornal de Brasília)

Estima-se que 30 mil novas infecções foram evitadas por meio de campanhas de prevenção até agora. (Elisabeth Pott, diretora do Centro Federal para a Educação da Saúde)

O ácido valpróico é um regulador gênico cujo mecanismo de ação é ainda misterioso, mas os cientistas acreditam que com tratamento mais longo e agentes similares, a erradicação completa do vírus talvez seja possível.(Jeremy Laurance, do INDEPENDENT)

Uma nova espécie mineral, a menezesita, foi identificada pelo professor Daniel Atencio, do Instituto de Geociências (IGc), da USP. Descoberta no Vale do Ribeira, é o primeiro heteropoliniobato - composto que contém agrupamentos de 12 octaedros de oxigênio cada qual com um íon de nióbio no centro - encontrado na natureza. A substância poderá ser usada no controle de materiais radioativos e no tratamento da Aids.(Tribuna da Imprensa)

O subtipo B do vírus HIV é mais encontrado na Europa, Américas e Japão. O A, o C e o E estão espalhados na África e na Ásia. (IAVI)

Os casos de portadores do vírus HIV aumentam sensivelmente na China e mais de 1,5 milhão de pessoas estão infectadas. (Correio Brazileiense)

O vírus da Aids atinge cinco milhões de pessoas por ano, informou o Programa das Nações Unidas sobre aids (Unaids), que decidiu aumentar suas atividades em matéria de prevenção.

Só uma em cada 10 pessoas fez os exames para detectar o hiv, o que contribuiu para aumentar a quantidade de gente que vive com o vírus, especialmente entre as mulheres e os jovens, disse a UNAIDS.

Pela primeira vez no mundo um país está abrindo processo para quebrar a patente de um remédio contra a Aids. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Humberto Costa, anunciaram nesta sexta-feira que o Brasil declarou de interesse público o remédio anti-retroviral Kaletra (Lopinavir/ritonavir), fabricado pelo laboratório Abbott. (O Globo)

Segundo a pesquisadora Edna Maria Diniz, a transmissão vertical do vírus HIV é responsável por cerca de 80% dos casos de Aids no Brasil e no mundo. (Agenciaids)

Até o final do ano, um consórcio formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em conjunto com quatro outras instituições de ensino dará início à segunda fase do primeiro estudo brasileiro para o desenvolvimento de uma vacina terapêutica contra a Aids. (Diário de Pernambuco)

Quase metade dos cerca de 39,4 milhões de soropositivos são mulheres e meninas, sejam elas casadas ou solteiras, promíscuas ou fiéis. (ONU)

Um relatório produzido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), concluiu que a Aids é a segunda principal causa para a persistência da fome no mundo. (Agência de Notícias da Aids)

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e Programa para Aids das Nações Unidas (Unaids), a cada ano morrem 3 milhões de pessoas nos países pobres e em desenvolvimento, devido a incapacidade da comunidade internacional e governos em prover o tratamento anti -retroviral (ARV) às pessoas afetadas pelo HIV/aids. (PN-DST/Aids)

Os números da Aids em pessoas com mais de 50 anos crescem no País como em nenhuma outra faixa etária - de 1993 a 2003, houve um aumento nos casos confirmados de 130% entre os homens e de 396%, entre as mulheres. (PN-DST/Aids)

Dos 5.980 casos notificados em Belo Horizonte, em 2004, 76% foram em homens, conforme pesquisa realizada com 500 pessoas que fizeram sexo nos últimos seis meses daquele ano. (Diário da Tarde-MG)

A Índia já se tornou o país com o maior número de portadores do vírus HIV, segundo organizações que combatem a Aids no país. Cada caso confirmado esconde pelo menos outros dois, elevando o número total de portadores do HIV no país para cerca de 15 milhões." A raiz do problema pode ser de metodologia. Segundo estatísticas da ONU de julho de 2004, a África do Sul apresenta 5,3 milhões de infectados, com uma margem de variação de 4,5 milhões a 6,2 milhões. A Índia teria 5,1 milhões de casos, mas a margem de variação é muito maior, de 2,5 milhões a 8,5 milhões, dada a falta de estatísticas confiáveis. (BBC Brasil)

O último boletim epidemiológico, divulgado em dezembro do ano passado, trouxe pela primeira vez os números da epidemia de Aids por raça e cor. Os dados apontam que a população branca representa a maior parte dos registros (51,35%), seguida da população negra e parda (33,44%). Observa-se que, proporcionalmente, há uma tendência de estabilização entre a população branca e crescimento entre a população parda e negra.

O vírus HPV (papilomavírus humano), é um patógeno causador de câncer de colo uterino em até 50 mil brasileiras todos os anos e de verrugas genitais em pessoas dos dois sexos. (Agência de Notícias da Aids)

Em 1987, foi notificado o primeiro caso de Aids entre a população indígena. Até 2003, foram registrados 100 casos da doença, segundo dados do Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde. A maioria dos registros se deu por transmissão sexual entre os integrantes das próprias tribos. Deste total, 11 foram por transmissão materno-infantil. Os distritos com maior número de casos de Aids são: Mato Grosso do Sul; Amapá/Norte do Pará; Pernambuco; Litoral Sul; Araguaia/Mato Grosso; Leste de Roraima; Maranhão; Kaiapó/Pará. (Agência de Notícias da Aids)

Os rendimentos de aposentadoria ou reforma, desde que motivadas por acidente em serviço, e os recebidos pelos portadores de diversas moléstias, como a Aids, são isentos do Imposto de Renda.

No Zimbábue, a cada 15 minutos, uma criança morre em virtude da Aids. Uma de cada cinco crianças zimbabuanas está órfã atualmente e 160 mil crianças vão testemunhar a morte de um dos pais em 2005. (Unicef)

O Ministério da Saúde brasileiro estima que os programas de redução de danos foram capazes de reduzir em 49% os casos de Aids em usuários de drogas injetáveis, em um espaço de quase 10 anos (entre 1993 e 2002). (Terra)

Cientistas mostraram que o vírus HIV altera sua forma e desencadeia mudanças que lhe permitem penetrar nas células. (Terra)

Quatro pesquisadores brasileiros estão desde 13/2 em San Francisco (EUA) para conhecer uma nova técnica desenvolvida pela Universidade da Califórnia e que permite a detecção do vírus da Aids 30 dias após a infecção do paciente. (Terra)

Segundo consultor do Ministério da Saúde Jefferson Drezetto um estudo realizado na região metropolitana de São Paulo junto a 327 adolescentes revela que 50,3% contraíram alguma doença sexualmente transmissível (DST) durante a violência sexual.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Agência das Nações Unidas para o Controle da AIDS (UNAIDS) reafirmaram que o uso generalizado de preservativos é a melhor ferramenta para reduzir o número de infecções pelo HIV no mundo, já que o contato sexual desprotegido é a principal forma de transmissão.

Há cerca de 1 milhão de pessoas portadoras do HIV na Europa. (Mix Brasil)

Os pacientes que conseguem as drogas nem sempre as tomam corretamente. O resultado é um vírus com mutações que resiste a drogas. E estudos mostram que pacientes com HIV estão transmitindo esses vírus resistentes a novos pacientes.

Cerca de 1.700 crianças são infectadas diariamente no mundo com o HIV.

Existem no mundo aproximadamente 2,1 milhões de crianças menores de 15 anos vivendo com HIV.

Em 2003, cerca de 630 mil crianças menores de 15 anos foram infectadas.

O UNICEF diz que em 2010, mais de 18 milhões de menores de 18 anos terão perdido um dos pais ou os dois por causa da Aids.

Estes dados alarmantes estão no relatório Situação Mundial da Infância 2005, lançado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), dez/2004.

Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), do Rio de Janeiro, desenvolveu um teste rápido para a detecção do vírus HIV dos tipos 1 e 2. O exame funciona como um teste de gravidez, sem a necessidade de infra-estrutura laboratorial. Com a coleta de pouca quantidade de sangue, o resultado sai em, no máximo, dez minutos. (Folha de SP)

Uma pesquisa feita pelo instituto Gallup International, que ouviu 50 mil pessoas em mais de 60 países, revela que a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) é a moléstia mais preocupante para as populações da África, da América Latina e do Oeste Asiático. No restante do mundo, aparece em segundo lugar, atrás apenas do câncer. (AOL)

No Brasil, onde o estudo foi realizado em parceria com a empresa de pesquisas InterScience, 51% da população apontou a infecção pelo vírus HIV como o seu maior medo. (AOL)

Rio Grande do Sul é o Estado com maior taxa, com 31,3 casos por 100 mil habitantes. (PN-DST/Aids)

14 casos a cada 100 mil mulheres foram registrados em 2003. É a maior taxa de incidência no grupo feminino desde o início da epidemia e a tendência é de crescimento. Entre os homens, a taxa está estável. (PN-DST/Aids)

Houve aumento da taxa entre homens com mais de 50 anos. Entre mulheres, houve maior registro entre as com mais de 30 anos. Entre as adolescentes, começa-se a detectar discreta queda. (PN-DST/Aids)

Depois que dados sobre cor começaram a ser colhidas nas pesquisas, registrou-se aumento do número de casos entre população feminina negra e parda. (PN-DST/Aids)

O relatório anual do Unaids e da Organização Mundial de Saúde mostra que o número de adultos e crianças vivendo com o HIV segue batendo tristes recordes: chegou a 39,4 milhões em 2004. Há dois anos, eram 36.6 milhões.

Jovens na faixa dos 10 aos 18 anos e que frequentam a escola. Este é o perfil do usuário de drogas no Brasil, que foi traçado pelos pesquisadores da Secretaria Nacional Antidrogas.

As mulheres já são quase metade dos 37,2 milhões de adultos vivendo com o vírus HIV e a proporção sobe para 60% na região mais castigada pela epidemia, a África Subsaariana. Os dados são do novo relatório das Nações Unidas sobre a Aids.

Em todas as regiões do planeta, o número de mulheres infectadas com o vírus cresceu durante os últimos dois anos.

Segundo o documento, adolescentes estão adquirindo o vírus em idades cada vez menores e de homens mais velhos.

A violência contra a mulher também as torna vulneráveis à infecção.

Mais de 3 milhões de pessoas morreram de Aids neste ano. O número de novas infecções por ano cresceu quase 50% desde 2002 no Leste da Ásia, principalmente por causa da disseminação na China, Indonésia e Vietnã. No Leste da Europa e na Ásia Central, o salto foi de 40% em dois anos, por causa dos números crescentes na Federação Russa e na Ucrânia. Mas a África Subsaariana, onde há 25,4 milhões de pessoas infectadas pelo HIV, continua sendo a região mais afetada do mundo. Lá, a epidemia parece ter se estabilizado, o que significa que um número igual de pessoas está sendo infectado e morrendo de Aids.

Em países do Sul da África, em geral, há uma prevalência de 25% - disse Cravero, referindo-se os números de jovens e adultos contaminados. De todas as pessoas com HIV, 56% vivem na África Subsaariana; das mulheres infectadas, 76% estão lá. No Caribe, a segunda região mais afetada, tem uma prevalência de 2,3% entre jovens e adultos.

Relatório divulgado pela ONU (Organização das Nações Unidas) nesta terça-feira (23/11) estima que quase um terço dos portadores de Aids da América Latina vive no Brasil. Do total de 1,7 milhão de infectados pelo vírus HIV na região, 600 mil estariam no país.

Segundo Pedro Chequer, diretor do Programa Nacional de DTS/Aids, dos cerca de 440 mil portadores de Aids em tratamento nos países em desenvolvimento, 150 mil estão no Brasil. Segundo dados da Unaids, a América Latina tem cerca de 470 milhões de habitantes. Atualmente, o Brasil possui 177 milhões. O total de infectados no Brasil representa 0,34% da população, o que coloca o país numa posição intermediária em incidência da Aids.

Quase 70% dos portadores do HIV/Aids que fazem tratamento sentem algum efeito colateral, revela pesquisa do Instituto Datafolha.

Existem, atualmente, 17 milhões de mulheres e 18,7 milhões de homens com idade entre 15 e 49 anos vivendo com HIV. (Agencia de Notícias da Aids)

No entanto, o segmento feminino vem se mostrando cada vez mais vulnerável à infecção do vírus da Aids. Desde 1985, a porcentagem de mulheres adultas que contraíram o HIV aumentou de 35% para 48%. (Agência de Notícias da Aids)

Na faixa etária entre 15 e 24 anos, elas são responsáveis por cerca de 60% dos casos, ou seja, as mulheres jovens possuem 1,6 vezes mais probabilidade de contrair o HIV que os homens. (Agência de Notícia das Aids)

De acordo com Gillian Holmes coordenadora da Coalizão Global para Mulheres e Aids “Freqüentar a escola é uma maneira de se proteger”, meninas que permanecem na escola por mais tempo e recebem educação sobre a vida e sexualidade beneficiam-se da iniciação sexual com mais maturidade, de maior conhecimento sobre os meios de prevenção contra o HIV e uso de camisinha, além de melhor entendimento sobre o teste do HIV. “O ensino fundamental é de grande importância para evitar novas infecções”, destacou. (Agência de Notícias da Aids)

Pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade, da Universidade de São Paulo, que teve a coordenação da psiquiatra Carmita Abdo, é o maior já desenvolvido no país sobre a vida sexual do brasileiro. Os pesquisadores ouviram 7.103 pessoas de ambos os sexos e várias classes sociais, entre 18 e 70 anos, em 13 Estados da federação. Resultados do estudo:

Apenas um terço dos jovens admite usar regularmente o preservativo durante as relações sexuais;

Tanto os rapazes como as garotas têm medo de ofender o parceiro ou a parceira ao exigir o uso do preservativo;

Os jovens conhecem os perigos que existem ao não usar o preservativo, mas acham que, ao ter relações com pessoas conhecidas, estarão protegidos.

Para os especialistas, o abuso do álcool e das drogas contribui para o sexo inseguro, uma vez que os jovens se sentem mais desinibidos e ousados. (Fonte: Folha de SP / 24.10.04)

Pesquisa feita pelo Programa Nacional de DST/AIDS confirmou que 96% da população sexualmente ativa do Brasil tem consciência de que o uso do preservativo é a maneira mais segura de evitar a infecção pelo HIV.

O mercado nacional de preservativos é formado por 52% de produtos fabricados no país, 48% no exterior. Cerca de 61% dos produtos são vendidos em cadeia comercial e 39% são distribuídos a população pelo governo federal nos postos de saúde e por organizações não-governamentais.

A venda de preservativos no Nordeste cresceu 420% nos últimos 10 anos. A constatação foi feita por meio de uma pesquisa realiza pela empresa Acnielsen, que atua no mercado de varejo alimentar, trabalhando com duzentas categorias de produtos, incluindo higiene pessoal.

O resultado do estudo foi apresentado pela pesquisadora Sandra Sózio. Sózio destacou que dos 242 milhões de preservativos vendidos no Brasil este ano, 19% foram adquiridos pela população do Nordeste. A pesquisadora observou que a região Nordeste possui seis mil pontos de venda da camisinha em 119 mil lojas, incluído supermercados e farmácias.

Cientistas norte-americanos descobriram dois genes que permitem ao HIV, vírus da Aids, permanecer latente no organismo - os genes poderão ser a chave para tornar os medicamentos de combate à doença mais eficientes. Caso se consiga ativar estes genes, será possível tornar o vírus mais vulnerável ao tratamento. Apesar de os medicamentos atuais impedirem a multiplicação do HIV, eles não erradicam completamente o vírus do organismo, pois ele se mantém em estado latente em algumas células durante muito tempo. Esta inatividade faz com que os medicamentos não sejam eficazes, uma vez que, para funcionarem, é necessário que o vírus esteja ativo. (Folha de São Paulo - 01/10/04)

Um estudo realizado pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) com apoio do Centro de Testagem e Aconselhamento de DST/AIDS Henrique de Souza Filho (CTA - Henfil), da prefeitura de São Paulo, revelou que a incidência para o HIV, entre moradores de rua, é três vezes maior, em comparação com a média nacional. Segundo a pesquisa, 32,5% dos entrevistados nunca usam preservativos.

A cada ano são usadas cerca de 600 milhões de camisinhas no Brasil. Portanto, considerando o fato de que o País conta com 180 milhões de habitantes, 30% na faixa etária de até 14 anos, cada brasileiro com idade sexualmente ativa usa em média 4,8 preservativos em 12 meses.

11% dos novos casos de aids ocorrem em pessoas com mais de 50 anos. Há uma década, eram apenas 6%. (Veja)

O diretor executivo da IAVI, Berkley afirmou que em 23 anos, a aids matou mais de 20 milhões de pessoas e continua sua propagação com cerca de 14 mil pessoas infectadas diariamente no mundo todo, que se somam aos 38 milhões já contaminados e destacou que o tratamento atual com antirretrovirais só permite reduzir temporariamente os efeitos da doença.

AIDS EM JOVENS DE 13 A 19 ANOS
6.566 casos notificados até dezembro de 2003
2.559 em mulheres
4.007 em homens
(PN-DST/Aids)

Uma pesquisa do Projeto Sexualidade (Prosex) da Universidade de São Paulo, feita em 2003 com 2.558 alunos de escolas privadas e públicas, constatou que mais de 95% dos entrevistados sabem o que é sexo protegido. Na rede particular, 66% dos estudantes não transam. E dos que têm relações, 44,9% usam a camisinha sempre. Na rede pública, o índice de adolescentes que não fazem sexo é de 22%. Entre os que transam, 49% afirmam se proteger todas as vezes. Os demais alegam não usar o preservativo por diversos motivos (como o esquecimento). (Revista Isto É - Sexo Adoelscente)
No Brasil, existem mais de 600 mil soropositivos, são infectadas diariamente 300 pessoas pelo vírus HIV e mais de 800 doentes morrem de Aids a cada mês, de acordo com o Manifesto das ONGs do Brasil, lançado na Conferência Internacional de Aids, em Bangkok. Apesar do reconhecido programa de distribuição de anti-retrovirais do governo brasileiro, a Aids está longe de ser controlada no país.(Agosto/2004)

De acordo com a agência das Nações Unidas que coordena as atividades e combate a epidemia (UNAIDS), mais de 1/3 de todas as pessoas vivendo com HIV/AIDS têm menos de 25 anos de idade. Estima-se que 62% das pessoas HIV+ entre 15 a 24 anos vivem na África Sub-Saariana, 18% no Sudeste Asiático & Ásia Central, 6% no Leste Europeu e 6% na América Latina & Caribe.

O número estimado de órfãos provocados pela AIDS aumentou nos últimos dois anos de 11,5 milhões para 15 milhões, sendo que aproximadamente 12,3 milhões vivem na África Sub-Saariana.
Em Botswana, a taxa atual de infecção pelo HIV em adultos é de 38%, considerada a mais alto do mundo

Mais de 90% das pessoas HIV+ não sabem que são portadoras do vírus, o que dificulta a prevenção da doença. Somente uma em cada cinco pessoas em risco tem acesso a prevenção contra o HIV.Em termos globais, estima-se que 5 a 6 milhões de pessoas portadoras do vírus e que vivem em países em desenvolvimento necessitam de tratamento imediato, mas somente 7% (440.000) estão em uso de anti-retrovirais .

Em Dezembro de 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a UNAIDS anunciaram uma iniciativa internacional chamada "3 by 5", com a meta de tratar 3 milhões de pessoas vivendo com HIV/AIDS até o final de 2005. Isso significa que pelo menos 5.000 pacientes precisam de iniciar o tratamento a cada dia. Além disso, especialistas afirmam que pelo menos 500.000 pessoas devem ser testadas diariamente, até o final desse período, para se alcançar essa meta.

A Índia tem somente um médico treinado no manejo de drogas anti-retrovirais para cada 10.000 pacientes vivendo com HIV/AIDS, ou seja aproximadamente 500 médicos. Desse total, estima-se que somente ¼ foram devidamente capacitados no manejo de todos os aspectos do tratamento em HIV/AIDS.

Na China, estima-se que menos de 200 médicos estão atualmente disponíveis para tratar cerca de 840.000 pessoas vivendo com HIV/AIDS no país. Desse total de pacientes, cerca de 70-80% são usuários de drogas injetáveis.

Um recente relatório disponibilizado na Conferência Internacional de AIDS em Bangkok informou que existem atualmente pelo menos 27 produtores locais de anti-retrovirais genéricos na Ásia (distribuídos em 8 países), quatro na América Latina e apenas um na África.

Segundo estimativas da UNAIDS, 1,7 milhão de pessoas HIV+ necessitam de tratamento na Ásia, mas menos de 100.000 atualmente tem acesso aos medicamentos.
Segundo relatório de uma ONG asiática especializada em treinamento e capacitação em HIV/AIDS (TREAT Asia), a proporção de médicos disponíveis e capacitados para tratar pacientes vivendo com HIV/AIDS nessa região varia de um médico para cada 24 pacientes no Japão até um médico para cada 11.250 pacientes no Vietnã.

Uma pesquisa conduzida por uma ONG na Alemanha mostrou que de um total de 160 países avaliados, 104 exigem teste anti-HIV para fins de concessão de visto permanente de moradia ou de trabalho.

O aborto inseguro é a quinta causa de internação de mulheres no SUS, ocasionando: 9% dos óbitos maternos; 25% dos casos de esterilidade por danos nas trompas; e é a terceira causa de morte materna. O perfil dos óbitos do abortamento inseguro no Brasil é: pobre, negra e jovem. (Rede Saúde)

4.386 bebês nasceram com HIV/Aids entre 2000 e 2003.

17,2 mil gestantes com HIV ou Aids/ano, no Brasil, são projetadas.

38,5% das gestantes HIV positivas são diagnosticadas no início da gestação, de forma que ela e o bebê possam ser medicados. Com o tratamento, a incidência de nascimentos de crianças com HIV cai para 2%. Sem o tratamento, a incidência chega a 15%.

Dados apresentados em matéria sobre o crescimento da transmissão vertical de Aids, devido falhas no pré-natal, principalmente no Norte e no Nordeste do Brasil (FSP).

No Brasil, há 51 milhões de jovens brasileiros com idade entre 10 e 24 anos.(Ministério da Saúde)

De 1998 a 2003, o Estado de São Paulo reduziu em 26% o número de grávidas com menos de 20 anos. No Brasil, de acordo com o último censo, essa taxa cresceu 14,7% de 1980 a 2000. Entre meninas de 10 a 14 anos, a queda foi de 18%.

200 mil preservativos/mês são distribuídos pela Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo

De 1980 a 31/12/2003, foram diagnosticados no Brasil 310.310 casos de aids. As regiões Sudeste e Sul concentram 84,8% dos casos. (CN-DST/Aids)

No ano de 2003 foram diagnosticados um total de 9.762 casos de aids, com taxa de incidência de 5,5/100.000 hab. As taxas de incidência por 100.000 hab., para o ano de 2003, são: de 8,5 para a Região Sul; 7,5 para o Sudeste; 3,5 para o Centro- Oeste; 2,3 para o Nordeste e 2,5 para a Região Norte.(CNDST/Aids)

Foi diagnosticado um número de 220.783 casos no sexo masculino em todas as faixas etárias, ou seja 71,1% do total de casos registrados no País. A faixa etária mais acometida é a de 25 a 49 anos, na qual estão 79% dos casos da doença no sexo masculino.(CN-DST/Aids)

Desde 1983, foram notificados 89.527 casos de aids em mulheres, representando 28.8% do total de casos de aids do País. A razão de sexo nesse período foi de 2,5 casos masculinos para cada caso feminino com diagnóstico de aids. Com relação à faixa etária, tem-se no sexo feminino, assim como no masculino, um adoecimento maior na faixa etária de 20 a 49 anos, tendo essa faixa 83,4% dos casos da doença. (CN-DST/Aids)

Entre os casos diagnosticados de 1980 e 2003, 197.902 (63,8%) tiveram exposição sexual; 63.000 (20,3%) sangüínea; e 8.900 (2,9%) perinatal. Observa-se ainda que na categoria de exposição sexual, o maior número de casos está na subcategoria Heterossexual, assim como na categoria sangüínea chama atenção a subcategoria de UDI(usuários de drogas injetáveis).(CN-DST/Aids)

Os casos pediátricos de aids (<13 anos de idade), segundo categoria de exposição, no período de 1983 a 2003 somam 10.577, ou seja 3,4% do total geral de casos do País. Desses 83,6% (8.843) são perinatais, 4,7% (502) decorreram de exposição sanguínea e 1,3%(135) sexual. (CN-DST/Aids)

Em casos de aids diagnosticados entre 1980 e 2003, em homens, com 13 anos e mais de idade, por tipo de exposição, tem-se um número de 215.467 casos (69,4%) de todos os casos diagnosticados no País. Observa-se a importância da exposição sexual (57,8%), sendo que a subcategoria homo e bissexual contribuem juntas com 32,1%. (CN-DST/Aids)

A exposição homossexual masculina vem caindo ao longo da série histórica, de 25,2% em 1992 para 15,9% em 2003, enquanto que a subcategoria heterossexual vem sofrendo processo inverso, de 16,2% em 1992, para 39,6% em 2003. (CN-DST/Aids)

O percentual de casos com a categoria de exposição ignorada, há cinco anos ultrapassa os 20%. A exposição sangüínea contribui com 24%, com destaque para os UDI com 22,8%. Essa subcategoria de exposição também vem diminuindo ao longo da série histórica. Em 1992 era de 30,6% dos casos e em 2003 aparece com 13,9%.(CN-DST/Aids)

O grupo de mulheres com mais de 13 anos de idade, concentra, por tipo de exposição, 84.266 casos da doença. Verifica-se que 86,9% dos casos decorreram de transmissão sexual (heterossexual) seguida de transmissão sangüínea (12,8%).(CN-DST/Aids)

A transmissão heterossexual nas mulheres vem aumentando ao longo da série histórica, passando de 70,7% em 1992 para 93,5% em 2003. Com relação aos UDI, houve uma acentuada redução na série histórica, passando de 26,1% em 1992 para 5,7% em 2003, assim como na transfusional (3,0% em 1992, para 0,1% em 2003). (CN-DST/Aids)

O grau de escolaridade nos casos de aids do sexo masculino, de 19 anos e mais de idade, aponta para um adoecimento maior em indivíduos de baixa escolaridade (1 a 7 anos), representando 46,3% dos casos da doença. É importante observar que, ao longo da série histórica, houve um decréscimo da doença em homens com maior grau de escolaridade, ocorrendo o inverso em indivíduos do sexo masculino com menor grau de escolaridade. (CN-DST/Aids)
Com relação ao sexo feminino, assim como nos homens, a doença atinge mais mulheres com menor escolaridade (1 a 7 anos), representando 54,5% dos casos, e, como no sexo masculino, verifica-se que, ao longo da série histórica de 1983 a 2003, o número de doentes vem aumento entre as de baixa escolaridade. Os casos em mulheres diminuem quando aumenta o grau de escolaridade, mas não com a mesma intensidade da queda entre os homens. (CN-DST/Aids)

As mais altas taxas de mortalidade estão nas regiões Sudeste e Sul do Brasil (ambas com 8,7/100.000 hab.) e a menor taxa na região Nordeste (2,7/100.000 hab.). No entanto é preocupante notar que as regiões Norte e Nordeste apresentam crescimento nas suas taxas, apesar de mostrarem patamares mais baixos. A região Sul também merece atenção especial, pois em 2001 e 2002 houve crescimento na taxa de mortalidade, enquanto na região Sudeste a tendência ainda é de queda.(CN-DST/Aids)

Tomando-se como base o ano de 2002, observa-se que a maior incidência de aids por 100.000 hab. do País é de 93,5/100.000 hab. do município de Itajaí (SC) seguida de Caçapava (SP), com 90,6/100.000 hab. (CN-DST/Aids)

Dos 100 municípios com maior número de casos de aids, mais de 80 deles são das regiões Sul e Sudeste, mostrando a concentração da doença nessas regiões. (CN-DST/Aids)


Dados da CIA (agência de inteligência dos EUA) informam que 6,1% da população do Haiti está contaminada com o HIV, o vírus da Aids. No Brasil, a taxa é de 0,7%. (maio/04)

Estima-se que haja no País, anualmente, 17.200 gestantes infectadas pelo HIV. Destas, apenas 38,5% são identificadas e recebem tratamento com AZT injetável durante o parto, principal método de prevenção da transmissão da aids para o recém-nascido. (PNDST/Aids-2004)

Atualmente, 1675 pessoas entre 10 e 19 anos tomam os medicamentos
anti-retrovirais. (PN-DST/Aids)

Jovens entre 15 a 24 anos de idade são hoje um dos grupos mais vulneráveis
para a ocorrência de casos de HIV e Aids no Brasil.

Há três anos são registrados mais casos entre as meninas de 13 a 19 anos do que entre os meninos na mesma faixa etária.

Até o ano passado, foram 531 casos registrados entre elas, contra 372 casos em adolescentes da mesma idade.
Entre 20 a 24 anos, essa proporção se igualou nos últimos anos. (Fonte: PN-DST/Aids)

Apesar de bem-informado, o jovem brasileiro ainda vive uma sexualidade ‘‘conflitiva e irresponsável’’. A constatação é do ginecologista Malcom Montgomery, que participou da divulgação da mais recente pesquisa sobre sexo, desenvolvida pelo Ibope. Os resultados não são animadores. De acordo com o estudo, 88% dos jovens entre 18 e 25 anos já tiveram relações sexuais, mas apenas 46% disseram ter usado preservativo na primeira vez. São números que não refletem os sentimentos da juventude — já que a maioria (92%) afirmou ter ‘‘muito medo’’ de contrair aids. (Ibope)

Por outro lado, os dados ajudam a explicar o alto índice de gravidez nesta faixa etária. Segundo pesquisa do Ibope, 64% dos que já iniciaram a vida sexual engravidaram ou foram engravidadas.

‘‘Ou seja: ou não usaram nenhum método (contraceptivo) ou usaram métodos falhos, como a tabela, que é uma orientação da Igreja’’, comentou Montgomery, que vê conflitos e irresponsabilidades na conduta sexual dos jovens.

‘‘Eles têm muito medo de contrair aids, mas apenas 5% se preocupam em usar camisinha’’, exemplifica o médico, lembrando que o preservativo masculino é o método contraceptivo mais popular entre os jovens. Nove em cada 10 entrevistados o citaram espontaneamente. (ibope)

Para a ginecologista Cristina Guazzelli, que também participou da divulgação dos dados, o problema ainda está na velha forma de pensar da juventude. ‘‘O jovem fantasia que ele nunca terá problemas. Acha que seu parceiro é sempre seguro’’, afirmou.

Outro problema constatado pelo estudo é a baixa frequência com que as jovens vão ao ginecologista. Cerca de 69% das entrevistadas afirmaram que nunca haviam ido ao especialista antes da primeira relação sexual. Somando o universo masculino, o índice sobe para 83%. (ibope)

Montgomery vê com preocupação os resultados. Para ele, uma das importâncias da consulta médica é, inicialmente, legalizar o sexo como uma experiência saudável.

‘‘Sempre que uma jovem procura um médico para conversar sobre sexualidade, antes de se iniciar sexualmente, os benefícios são enormes no sentido de esclarecer não só sobre anticoncepção, como também sobre a relação sexual’’, avalia o ginecologista.

Os médicos, porém, não são os preferidos pelos jovens na hora de falar sobre sexo. A pesquisa mostrou que a maioria (52%) se sente mais à vontade ao conversar com amigos. As mães têm a preferência de 22%. (Ibope)

O Ibope ouviu dois mil jovens entre 18 e 25 anos, de diversas classes sociais, em todo o País. O estudo foi encomendado pela Wyeth Farmacêutica, líder mundial do mercado de saúde feminina.

Pesquisa inédita sobre juventude e sexualidade, divulgada em 8/3/04 pela Unesco em Brasília, aponta que jovens brasileiros começam a ter relação sexual com cerca de 14 anos e não atribuem importância à virgindade.
Por outro lado, mais de um terço dos alunos pesquisados (com idade entre 10 e 24 anos) acredita que seus parceiros têm relação sexual apenas com eles, sendo que 80% recusam a perspectiva de existir amor sem fidelidade. Em média, 70% indicam manter relação com apenas uma pessoa.

Ao abordar a gravidez, a pesquisa aponta que entre 12,2% (Florianópolis) e 36,9% (Recife) das alunas disseram já ter ficado grávida alguma vez. Pelas projeções feitas para o país, isso representaria 107.076 adolescentes.

A pesquisa aponta que, em média e no universo do estudo, as adolescentes ficam grávidas pela primeira vez aos 16 anos, o que é classificado com um "problema". Na faixa entre 10 e 14 anos, o índice de meninas que declaram ter ficado grávidas varia de 22,2% a 33,3%.

Em média, a cada dez jovens entrevistados, nove disseram utilizar algum tipo de método para evitar a gravidez. Entre 42% e 68,3% dos jovens afirmam alguém que já fez aborto.

Um dos dados preocupantes está relacionado ao uso do preservativo: em média, 8,7% dos jovens que têm relação sexual afirmam nunca ter usado camisinha. Segundo a pesquisadora Mary Garcia Castro, isso representaria, pela projeção, 808.624 adolescentes.

As mulheres se tornaram as principais vítimas da epidemia global de Aids, disse 8/3/04 o secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Kofi Annan, em uma sessão para celebrar o Dia Internacional da Mulher.
Annan disse na reunião, da qual participou a rainha Noor da Jordânia, que agora as meninas e jovens mulheres são quase dois terços das pessoas com menos de 24 anos que vivem com o HIV, o vírus que causa a Aids.

A IDS não atinge somente os jovens. Ela vem sendo registrada de forma surpreendente entre os idosos. Para se ter uma idéia, segundo dados do Ministério da Saúde, dois por cento da população acima de 60 anos são portadoras do vírus da Aids. Isto significa que cinco mil e quinhentos idosos têm a doença. (Agência Brasil)

No Brasil, a porcentagem de pessoas vivendo com a HIV/Aids do sexo feminino é de aproximadamente 30%, mas na África, o número de mulheres soropositivas é duas vezes maior que o de homens. (Unicef) A UNICEF mostra que a falta de informação é o maior problema, pois pesquisas revelam que 80% das mulheres jovens de países com altos índices de infecção não têm conhecimento sobre a aids. (Unicef)

Uma radiografia da vida humana nos últimos 25 anos, feita pela Organização Mundial de Saúde e divulgada recentemente, tem o seguinte resultado: a Aids é a maior causa de morte entre pessoas com menos de 60 anos.

“A Aids hoje é uma epidemia de jovens e de meninas, que são mais vulneráveis e têm dificuldade de negociar o uso da camisinha e ter uma vida sexual mais segura”, analisa Márcia Marinho, coordenadora executiva do Grupo de Apoio e Prevenção à Aids (Gapa/BA).

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milhões de pessoas no mundo foram infectadas pelo HIV em 2003

3 milhões de pessoas no mundo morreram de Aids em 2003.

As mulheres representam mais da metade dos infectados em todo o mundo, atualmente. (O Globo)

O diagnóstico tardio, a falta de adesão ao tratamento, muitas vezes em decorrência da falta de condições financeiras dos pacientes, e o tipo de vírus são apontados por especialistas como uns dos principais fatores que contribuem para o aumento da mortalidade por Aids. (Diário do Nordeste)

Um relatório divulgado por um grupo de trabalho da Comissão Especial de Políticas Públicas para a Juventude, da Câmara, mostra que existem hoje no Brasil 27 mil casos de jovens entre 13 e 24 anos infectados com o vírus da Aids por transmissão vertical (de mãe para filho).

O
Dia Mundial de Luta contra a Aids foi criado em 1988, durante encontro mundial de ministros de Saúde, em Londres, com a participação de 140 países. O objetivo da data é mobilizar governos, sociedade civil, portadores do HIV e outros segmentos da população para uma reflexão sobre a epidemia. A data simboliza, também, a solidariedade entre as pessoas e a luta contra o estigma e a discriminação. (Globo)


Somente o Derrame Cerebral mata mais mulheres brasileiras do que a Aids. O resultado surpreendeu até mesmo os pesquisadores. O trabalho foi desenvolvido por professores da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), em parceria com o Ministério da Saúde, a Organização Mundial da Saúde e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Hoje, 300 mil pessoas recebem medicação anti-Aids , 130 mil no Brasil. (Folha de São Paulo)

A expressão "condom", termo que atualmente designa preservativo, apareceu nas afirmações do médico alemão Xavier Swediaur em 1817, num artigo científico citando um tal Dr. Condom, médico inglês do século anterior, que teria batizado o utensílio com o próprio nome. (agência de notícias da aids)

O preservativo de borracha, e posteriormente de látex, surgiu a partir do advento da vulcanização da borracha em 1839. (agência de notícias da aids)

Com as guerras mundiais, o preservativo caiu no ostracismo porque a política era de repovoar as populações dizimadas pelos conflitos. Na década de 60, o preservativo sofreu outro duro golpe com a chegada da pílula anticoncepcional e só ressurgiu com o registro dos primeiros casos de Aids, na década de 80. (agência de notícias da aids)

A Organização Mundial de Saúde apresentou um plano em que mostra que para diminuir o aumento de casos de Aids e de doenças sexualmente transmissíveis na próxima década será preciso 20 bilhões de camisinhas. (agência de notícias da aids)


A
cada 14 segundos um jovem é infectado pelo vírus da Aids no mundo.

Quase a metade dos 5 milhões de novos casos de Aids que surgem no mundo todos os anos ocorrem em pessoas entre 15 e 24 anos. Mais uma vez, as mulheres são as maiores vítimas.
O relatório do Fundo de Populações das Nações Unidas, mostra que 62% dos 11,8 milhões de jovens com Aids no mundo são mulheres.

Na África Subsaariana, esse percentual é de 67%, e no Sul da Ásia, de 62%. Segundo o relatório, nessas duas regiões as mulheres estão em pior situação.

Os órfãos da Aids chegam hoje a 13 milhões de crianças e adolescentes, a maioria na África. São crianças que perderam um ou os dois pais para a doença e vivem hoje em orfanatos ou são criados por irmãos mais velhos ou parentes idosos.

Um estudo do Banco Mundial mostra que um aumento de US$ 2 mil na renda per capita reduz em quatro pontos percentuais a epidemia da aids.

A representante do Fundo no Brasil, Rosemary Barber-Madden, afirma que é essencial dar educação e informação aos jovens.— Muitos jovens são incapazes de proteger-se do HIV, especialmente as meninas, porque não conseguem negociar o uso do preservativo, até por falta de informação. Daí a importância da educação, ainda mais do que de serviços de saúde.


N
a relação sexual, são as secreções as maiores responsáveis pelo contágio. Quanto mais se expõe a essas substâncias, maior o risco de infecção. (Jornal de Brasília)

Para os homossexuais que praticam sexo anal e oral, o passivo é o que corre mais riscos, mas isso não significa que o ativo esteja livre. (Jornal de Brasília)

Entre heterossexuais, as mulheres são mais suscetíveis à doença, pois o sêmem é liberado em maior quantidade pelo homem do que o fluido vaginal pela mulher. (Jornal de Brasília)

Numa relação de sexo anal, a chance de o passivo ser contaminado pelo parceiro portador de HIV, caso este não use preservativo, vai de 0,8% a 3,2%, conforme o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. Isso, entretanto, no caso de uma única relação, entre indivíduos sem lesões.

No sexo vaginal, a chance de contágio para a mulher, caso o parceiro seja portador do HIV e não use preservativo, vai de 0,005% a 0,15%. "Não é pouco. Basta uma única vez para pegar Aids. E aí, não tem volta", alerta o médico Dalcy de Oliveira Filho, responsável pelo Hospital Dia, que atende doentes de Aids na Asa Sul.

O uso do preservativo com parceiros fixos fica na faixa de 20% na última relação sexual. Número semelhante ao encontrado na pesquisa de 1998 (21%). Quando perguntados sobre o uso consistente do preservativo (uso em todas as relações sexuais), o índice cai para 11%. A confiança no parceiro foi o motivo principal apresentado pelos entrevistados para dispensar o preservativo: 53%. O segundo motivo foi o uso de algum tipo de anticoncepcional (11%).

Do total entrevistado, 69,2% disseram ser sexualmente ativas, o que corresponde a aproximadamente 85 milhões de habitantes. Desse percentual, 85% relataram ter somente parcerias fixas, contra 8% que disseram ter apenas parceiros eventuais, enquanto 6% dos entrevistados tinham parceiro fixo e eventual ao mesmo tempo.

As mulheres representam 52% das pessoas que só têm parceiros fixos, enquanto os homens respondem por 88% das pessoas que só têm parceiros eventuais. Entre os que têm os dois tipos de parceiros (fixos e eventuais), os homens também são maioria: 84%.

Os jovens de 20 a 29 anos são os que mais têm parceiros fixos e eventuais (44%) e apenas eventuais (40%). Os que estão iniciando a vida sexual (faixa de 14 a 19 anos) têm mais parcerias eventuais (25%) e também fixa e eventual (11%) do que apenas fixas (apenas 5%). Em compensação, 65% desses jovens usaram o preservativo na primeira relação sexual, o que indica maior consciência dos riscos de uma transmissão do HIV ou outra DST.

O percentual do uso do preservativo entre jovens é quase igual ao da Inglaterra (68%) e maior do que o de outros países desenvolvidos, como Canadá (58%), Alemanha (57%), Itália (52%) e Estados Unidos (51%).

As pessoas com menos escolaridade (até a 8ª série do ensino fundamental) são as que têm vida sexual mais ativa, mantendo uma média de 5 a 12 relações por mês. São elas, também, as que têm o maior número de parcerias fixas (38% dos que têm até a 4ª série) e fixa e eventual (41% dos que têm de 5ª a 8ª série). Esses dados comprovam os indicativos de crescimento da epidemia entre a população mais pobre, mulheres e jovens.

As pessoas sexualmente ativas da região sudeste relatam uso consistente do preservativo, nos últimos seis meses, maior do que nas demais regiões do país, tanto nas relações eventuais (67%) quanto nas fixas (13%). O menor uso do preservativo está nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, média de 10% de uso com parceiros fixo e 50% com parceiros eventuais na última relação. (CN-DST/AIDS)

Projeto de Lei de autoria da deputada estadual Cida Diogo, que autoriza o poder executivo a isentar de ICMS (Imposto de Circulação sobre Mercadorias e Serviços) a venda de preservativos femininos, (“camisinha feminina”), em todo o território do Estado do Rio de Janeiro, foi aprovado em Plenário e sancionado pela governadora do Rio de Janeiro no último dia 07 de julho de 2003 (Lei nº 4123, de 7 de julho de 2003).

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esariana é necessário para soropositivas com carga viral maior que 1.000 cópias

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9,3% dos casos de HIV em menores de 13 anos se deve a transmissão vertical

Se a gestante soropositiva tem carga viral baixa e está tomando a terapêutica anti-retroviral, não é necessário fazer cesariana.

É necessário a mulher fazer o teste HIV antes de ficar grávida.

A aids ainda não tem cura.

Além da estabilização da epidemia no Brasil, relatório do Ministério da Saúde aponta que o uso de medicamentos anti-retrovirais fez a sobrevida dos doentes aumentar de seis meses para 58 meses e a taxa de mortalidade cair em 50%

Somente 1% da população brasileira fez a testagem anti-HIV. (UNESCO)

Segundo últimos dados revelados pela OMS, o sexo sem preservativo é um fator de risco e tem repercussões mais sérias entre os mais pobres – gera 2,9 milhões de mortos por ano, a maioria nos países em desenvolvimento. A Aids já é a quarta maior causa de mortes no mundo e 40 milhões de pessoas estão infectadas pelo vírus, 70% delas na África.

Cinco adolescentes são contaminados, a cada minuto, pelo vírus do HIV no mundo.

A gravidez precoce é uma das conseqüências em Belém, onde a maioria dos jovens assume que não usa camisinha. (CIEE)

Pesquisa do ministério estima que há hoje 30 milhões de pessoas (uma para cada seis brasileiros) no país infectadas por alguma DST. Desse total, 23 milhões seriam mulheres. A cada ano estimam-se 10 milhões de novos casos.

10% dos jovens africanos estão infectados pelo vírus HIV.

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000 jovens são infectados pelo vírus HIV todos os dias.


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0 mil bebês nascem infectados pelo vírus HIV, por ano, na África.


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erca de 20 milhões de pessoas vão morrer infectadas pela doença e outras 40 milhões estão infectadas com o vírus, informou a Unaids.

Segundo informe anual da Unaids, programa da Organização das Nações Unidas dedicado à luta contra a doença, cerca de 40 milhões de pessoas vivem com o HIV, mais de 28 milhões na África subsaariana.

Quase 3 milhões de menores de 15 anos sofrem do mal, e 90% das pessoas soropositivas vivem em países subdesenvolvidos.

De acordo com o relatório, mais de 13 milhões de menores em todo o mundo são órfãos por culpa da Aids, e 48% dos adultos de todo o mundo que vivem com o vírus são mul