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MÃE
PARA O BEBÊ
AZT
A terapia
anti-retroviral para a gestante infectada pelo HIV deve seguir as mesmas
recomendações para o tratamento de adultos. Mas ela deverá
ser informada sobre os benefícios e riscos potenciais do uso da
terapia combinada para sua própria saúde e a do feto, além
da consequente redução do risco de transmissão mãe-filho
do vírus.
O uso da Zidovudina (AZT) associada a outras drogas anti-retrovirais está
indicado para todas as gestantes infectadas pelo HIV, independentemente
da contagem de células T CD4+ e do nível da carga viral.
O AZT deve ser igualmente ministrado durante o trabalho de parto e o parto.
Se houver contra-indicação formal de seu uso, a droga deverá
ser ministrada durante o parto.
A gestante que já estava em tratamento com drogas anti-retrovirais
deverá mantê-lo com exceção de algumas drogas
contra-indicadas.
É fundamental que a eficácia do tratamento anti-retroviral
na mulher grávida seja monitorada com a realização
de medidas de carga viral e contagem periódicas de células
T CD4+, permitindo a identificação precoce de possíveis
falhas de terapia e consequente adequação ao esquema terapêutico.
O uso da Zidovudina (AZT) tem sido indicado para prevenir a transmissão
perinatal. Em 1994, foram publicados os resultados de um estudo, demonstrando
que quando as gestantes infectadas pelo vírus e o bebê destas
mães tomavam o AZT, a chance do recém-nascido se contaminar
com o HIV diminuía em 2/3. A partir daí, o uso do AZT passou
a ser uma recomendação para todas as gestantes infectadas
pelo HIV.
Ele é gratuito e pode ser retirado nos serviços da rede
pública de saúde.
Outros esquemas de medicamentos anti-retrovirais devem ser discutidos
com o médico durante o pré-natal.

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